sábado, maio 21, 2011

Não cabe

São 18h05, você acabou de sair do trabalho e caminhou até o ponto de ônibus. Menos de cinco minutos depois o transporte chega e o que você vê é a foto abaixo...


O que você faz:

( ) Nem pensa duas vezes e certamente vai aguardar o próximo ônibus.
( ) Dá aquela olhada pro fundo do ônibus, acha que cabe mais um e embarca e sai empurrando as pessoas.
( ) Não quer nem saber. Está cansado, estressado, cheio de sacola e não vê a hora de chegar em casa. Por isso embarca e reclama o trajeto todo que não vai conseguir descer no seu ponto.

Definitivamente brasileiro não conhece o significado da expressão lotação máxima.

O exemplo disso pode ser visto diariamente no horário de rush seja em ônibus, metrô ou trem.

Ok, conordo que seja uma obrigação dos governos municipais supervisionar o atendimento do transporte público e nos oferecer um serviço de boa qualidade.

Mas também cabe ao público ter um mínimo de discernimento e conhecimento de lotação máxima.

Se os governos não te respeitem... Respeite a si próprio. Já é um bom começo. Fica a dica.

sexta-feira, maio 13, 2011

Peter Pan do rock nacional

Ontem durante meu almoço vi um trecho do programa Vídeo Show. Bem o comecinho, por sinal. Eles apresentavam a gravação de um clipe do grupo Capital Inicial. O vocalista e curitibano Dinho Ouro Preto aparecia na filmagem de colete, sem camisa, peitoral magro (menos mal) de fora e umas gargantilhas no pescoço. Pensei comigo: que coisa bizarra, esse cara não tem espelho em casa não? Pelo menos uma camiseta de manga, quem sabe?!
Uma coisa é ser roqueiro, ter o rock no sangue, manter o estilo, ser hardcore. Mas colete sem camisa com pose de garotão aos 47 anos não rola. Fica feio.

sexta-feira, abril 22, 2011

Quem quer rir...

... tem que fazer rir. O jargão que ficou famoso no primeiro filme do Tropa de Elite esconde uma grande verdade nos relacionamentos entre as pessoas e se traduz uma frase bem simples muito usada pelos nossos pais e educadores: respeite para ser respeitado.

A regra é muito clara e muito simples de ser cumprida, mas como é dificil.

As pessoas simplesmente esquecem de como isso funciona e agem no automático. Está certo que esta nossa geração se firma a cada dia mais egoista. Somos a geração do EU. As coisas só estão boas quando fazem o que EU quero, do jeito que EU quero, senão, não me servem.

Como parte integrante desta massa não vejo nada de errado nisso, até que esbarro na intransigência. Se navegar é preciso. Parar, respirar e dar aquela olhada básica para o nosso comportamento e, principalmente, nos avaliarmos é infinitamente mais preciso para quem pretende se manter vivo nesta cadeia.

Esse é um exercício quase que diário que faço, sempre atento à questão do respeitar para ser respeitado. Por isso,me dou o direito de ficar irredutivel quando não me sinto respeitada pelas pessoas.

E, ao me deparar com a oportunidade, faço questão de explicar o porquê do meu comportamento, quem sabe assim a pessoa do outro lado acorda para a regra básica dos relacionamentos.

Não possuo vocação para Madre Teresa e não é uma benção que busco, afinal, sou da geração do EU, mas com consicência social. Está combinado?