A mais nova modalidade dos motoristas de ônibus do Rio de Janeiro é dirigir falando ao celular. Eles reduzem a velocidade, andam calminhos e tudo, só para poder desenvolver melhor os papos ao telefone.
Neste sábado eles passaram dos limites comigo. Primeiro foi na ida para o Flamengo. O motora só faltou colocar no viva-voz para facilitar a conversa. Telefone preso pelo ombro na orelha e uma mão apenas no volante.
Depois, na volta para casa, foi a fez do motora do 410. O papo estava tão bom que ele não queria saber nem de pegar passageiros, apenas passear pela zona sul carioca falando ao telefone e aproveitando a paisagem.
Neste 410 o motora estava tão distraído no bate-papo que simplesmente 'esqueceu' de parar no ponto para eu descer. Tive que usar de outro método carioca "o do barraco' para ele parar o ônibus e ainda tive que ouvir um "mil desculpas, senhorita".
A senhorita aqui mandou: "desligue o telefone e preste mais atenção!!!"
Foto do blog: Pior que eu ri
sábado, novembro 26, 2011
quarta-feira, outubro 26, 2011
Por toda a minha vida...
... eu vou te amar. O que não é possível é, por toda a minha vida, ser dependente deste amor. Sofrer com sua falta, temer a sua partida. Vou em busca da cura, não sei se vou encontrar. Dizem que um viciado será sempre num dependente que aprende a conviver com a necessidade de não sucumbir ao desejo e a seguir adiante.
quarta-feira, agosto 24, 2011
Brasileiro, especialidade: cara de pau
Ética? Profissionalismo? Tem gente que vai crescer e não vai saber definir estas duas palavras nem com a ajuda do amigo Aurélio... Não o do dicionário, falo do Aurélio Miguel, o do judô, aquele que derrubava fácil um ippon. Ou seja, nem na porrada.
Foi o que me aconteceu esta semana. Na verdade é o que vem me acontecendo desde o inicio do ano. Focada na #grandemeta elaborei um planejamento que pudesse me render um trabalho quando estivesse em Londres em 2012 antes dos Jogos Olímpicos começarem. Sim, a grande meta já foi bem ousada. Enfim...
Fiz todo o documento, elaborei tudo e tive o insight: vou atrás de uma ilustração bacana para fechar este projeto com chave de ouro. Mal sabia a dor de cabeça que isso ia me dar.
Conversei com três designers e um deles me mostrou um trabalho que curti. Então, segui adiante e mandei ver. Fechei o job. Isso lá pelo dia 18 de janeiro. Paguei em duas vezes. A primeira parcela quando recebi o rascunho e, aprovado o desenho, paguei o restante.
Estamos no dia 24 de agosto. Um dia antes de embarcar para Londres e nunca recebi o desenho finalizado. Neste período ouvi todo o tipo de desculpas que você pode imaginar receber de um fornecedor. Só faltou matar a mãe.
A última foi uma ameaça de me processar porque estou usando indevidamente uma imagem que ele fez (um rascunho, diga-se de passagem). Fico pensando no que passa pela cabeça das pessoas...
Seria muita maldade minha culpar as novelas da TV Globo que fazem as pessoas achar que podem fazer o que querem e que no final o bandido ainda se dá bem? Ou deveria culpar os pais deste cidadão que não deram uma boa de uma paulada na bunda dele quando criança?
Confesso que ainda me impressiono com a cara-de-pau das pessoas. Enfim, lição velha aprendida. Dona Maria é que está certa: dou crédito demais às pessoas erradas.
Meu alento diante disso é que está tudo documentado e ainda possui a meu favor outros personagens que passaram o mesmo perrengue com o mesmo ilustrador. Ou seja, se neste Brasil ainda tem lugar para os honestos... não terei com o que me preocupar. #momentomedo hahahaha
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